Thursday, November 23, 2017

freedom for all 'real' rebels in G20 Hamburg - italian Fabio's Speech in the trial in Hamburg:


Fabio Vettorel, a nineteen years old, has been jailed for 4 months in Billwerder {Hamburg}. He is the last Italian still in jail after the protests against the G20. The youth from Feltre was arrested in the aftermath of the mobilizations and convicted for petty crimes «creating public nuisance», the «attempt to inflict damage by dangerous means» (throwing of objects) and «resistance against a public officer»; but in spite of this the youth, considered to be underage according to the German judiciary system, still stays in jail four months later.


A punitive reprisal against which Fabio courageously took the lead, by releasing on November 7 a declaration in front of the court attending the hearing for his trial. We publish it in full. Freedom for Fabio and for all those arrested in Hamburg.
“Madam {judge}, gentlemen {jury}, madam {public prosecutor}, gentleman {assistant of the juvenile court},

Today you are called upon to judge a man. You called him an “aggressive criminal” and “disrespectful of human dignity”. Personally, I don’t care about the monikers you ascribe to me. I am just a good-willed boy. First of all, I would like to say that probably petty politicians, police

Wednesday, November 22, 2017

Philippines - against Trump's visite


Manipur - women in struggle against police




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LAS MUJERES Y EL OCTUBRE ROJO


Protestos contra a ‘reforma’ trabalhista pelo Brasil

Em
protesto, carro é incendiado na ponte Rio-Niterói, 10/11
Em protesto, carro é incendiado na ponte Rio-Niterói, 10/11
No Rio de Janeiro, manifestantes incendiaram uma barricada de pneus na Leopoldina, região central da cidade. Mais cedo, um carro foi incendiado na Ponte Rio-Niterói. Ao lado dele foi estendida uma faixa com a inscrição Podres poderes, trabalhador resiste. Em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, manifestantes incendiaram pneus em frente à Reduc, bloqueando o acesso à refinaria.Na capital fluminense, a manifestação contra a “reforma” trabalhista aconteceu no fim da tarde, no centro contando com a participação de milhares de pessoas. Dois manifestantes foram arbitrariamente detidos pela PM.
Em São Paulo, milhares de trabalhadores se reuniram na Praça da Sé, no centro da cidade, com bandeiras, faixas e cartazes. Em Cubatão, metalúrgicos se reuniram em frente à Usiminas.
Em Brasília, Distrito Federal, trabalhadores protestaram no Espaço do Servidor da Esplanada dos Ministérios.
No Rio Grande do Sul, diversos protestos foram realizados na entrada de empresas e bancos de Porto Alegre e região metropolitana. Foram registrados atos em frente ao banco Banrisul, na capital; da Refap, em Canoas; do Polo Petroquímico, em Triunfo; e da General Motors, em Gravataí.
Na capital da Bahia, Salvador, bancários realizaram manifestação que fechou agências da Avenida Sete, no centro. Em Sergipe, manifestantes bloquearam a BR-101 em dois pontos, no trevo de acesso a Maruim e no trevo de acesso a Nossa Senhora do Socorro.

Brasil Viva o Dia Nacional de Luta em Defesa do Ensino Público!


Cartaz_1_-_23_de_novembro


Os restos do PSTU, mais uma vez, apontam seus dedos duros contra o MEPR

Em novo capítulo da sua longa trajetória de serviços prestados à polícia política do velho Estado reacionário, o falimentar PSTU, em nota publicada no dia 17/11, acusa o Movimento Estudantil Popular Revolucionário de agredir seus militantes. Assim como os trotskystas vêem no camarada Stalin o responsável por todos os males do mundo, o PSTU enxerga no MEPR a responsabilidade pelos tropeços que dão em suas próprias sombras. Como força desmoralizada que são, buscam, em cima da gloriosa bandeira vermelha da juventude combatente do MEPR, um suspiro para recuperar algum prestígio no movimento popular.

Em vão!

Este PSTU, que nos acusa sem fundamentos, e choraminga, é o mesmo que espancou diversos jovens combatentes antes e depois de 2013, ganhando por isso o nada honroso apelido de P2TU; o mesmo PSTU que, amedrontado diante do protesto popular, só via “fascistas” nas manifestações, buscando aliança e colo junto do PT cuja separação nunca superaram; o mesmo PSTU que dobra suas bandeiras vergonhosamente diante da repressão; o mesmo PSTU que disse que na Copa haveria luta, mas traiu de forma explícita a greve dos rodoviários no Rio e dos Metroviários em São Paulo a dias da abertura do torneio; o mesmo PSTU que, como partido eleitoreiro falido, vive principalmente às custas desse movimento sindical mafioso e institucionalizado que temos no País.
 
    O velho Estado brasileiro deu mais um passo no sentido de privatizar completamente o Ensino Público: a cobrança de mensalidades para estudantes de graduação de universidades públicas! O oportunista e inimigo do povo Andres Sanchez (PT-SP) apresentou Projeto de Emenda à Constituição (PEC 366/2017) que prevê O pagamento dos custos do ensino superior (…) proporcional ao nível socioeconômico do estudante (…). Com a demagógica desculpa de cobrar mensalidades de estudantes com maior poder aquisitivo, o que o Congresso de Bandidos realmente pretende é criar precedente e abrir mais brecha para a cobrança de taxas e mensalidades de todos os estudantes, independente de sua condição socioeconômica.
    Outro nefasto aspecto da PEC 366 é que é admitida  a  possibilidade  de  pagamento  sob  a  forma  de prestação  de  serviço  profissional (…), ou seja, a mensalidade cobrada dos estudantes será paga ou em dinheiro ou em trabalho. Isso coloca diretamente em risco as bolsas de pesquisa, estágio, monitoria e mesmo o funcionalismo público das universidades, afinal por que o Estado pagará bolsas ou contratará servidores técnico-administrativos quando haverá oferta de mão-de-obra gratuita e qualificada?
    Mais uma vez a UNE (PT-pecedobê) demonstrou seu caráter traidor e capitulador ao se resumir a “fazer uma blitz na Câmara” para “convencer” os deputados a não aprovarem o projeto. Esse tipo de prática só serve a alimentar ilusões e legitimar o velho Estado burguês-latifundiário serviçal do imperialismo, principalmente ianque, e suas instituições podres e corruptas. A isso opomos a luta independente, combativa e radicalizada das massas, como nos apontaram os companheiros da UERJ em sua vitoriosa Ocupação do Bandejão.
    Repudiamos qualquer tentativa de cobrança de taxas e mensalidades em universidades públicas e convocamos a todos os estudantes a levantarem uma grande luta contra a privatização do ensino público. Aproveitamos para reiterar o chamado para a construção de um combativo Dia Nacional de Luta em Defesa do Ensino Público no dia 23 de novembro e que está sendo convocado e construído nacionalmente pela Executiva Nacional de Estudantes de Pedagogia (ExNEPe) com as consignas geral Abaixo a privatização da universidade brasileira! e específicas Contra a falsa regulamentação da profissão do Pedagogo! / Abaixo a intervenção privatista do governo Temer na Pedagogia!
Abaixo a PEC 366!
Abaixo a privatização da universidade brasileira!
Rebelar-se é justo!
 
Abaixo a privatização das universidades brasileiras! 
Viva a ocupação do bandejão da UERJ!




A vitoriosa Ocupação do Bandejão da UERJ iniciou-se no dia 26 de setembro e foi encerrada no dia 01 de novembro, atingindo importantes conquistas para a comunidade acadêmica da UERJ. Reabrindo o Restaurante Universitário e tornando o prédio, antes fechado com ratos e baratas, nesta importante trincheira de resistência, logrou unir estudantes, professores e técnicos da Universidade além de contar já com amplo apoio vindo de norte a sul do país. É a mais alta luta desenvolvida pelo movimento estudantil aos gravíssimos ataques que ameaçam a educação pública superior e sua gratuidade. Os estudantes ocuparam e resolveram o problema mais sentido, o fechamento do bandejão, que afetava diariamente mais de 23 mil estudantes.
Os graves ataques em curso são a principal causa da situação agonizante da UERJ. Eles se dão sob os ombros da continuada política imperialista para o velho Estado semifeudal e semicolonial brasileiro, a da privatização do ensino superior, que os governos de turno anteriores já tentaram fazer passar. E agora, estes planos foram reforçados grandemente pela quadrilha de Temer-Meirelles (PMDB/PSDB), que dizem em alto e bom som seus planos de privatizar o ensino público superior e de implementar o modelo imperialista para a educação dos países dominados: escolas profissionalizantes sem o menor caráter científico para os pobres e universidades pagas para os ricos.
Contrários à posição de capitular frente aos ataques, como faz vergonhosamente a UNE-pelega (PT/Pecedobê), que em várias universidades prepara os “Grupos de Trabalhos” junto com REItorias e com o próprio MEC, para decidir quais bolsas cortar - se fingindo de mortos para a farsa eleitoral de 2018 – se levantaram os estudantes da UERJ, se posicionando de maneira firme e contundente frente aos inimigos do povo. Apontam para todos os estudantes o caminho da luta em defesa da educação pública: radicalização nas lutas unida a mobilização, politização e organização crescentes.
Em pouquíssimo tempo, a ocupação foi capaz de colocar de pé um vigoroso movimento estudantil na universidade, construindo a partir de cada curso a organização necessária para resistir aos ataques. Convocando os professores e técnicos a ocuparem conjuntamente, deu-se um salto no movimento de defesa da UERJ.
Enquanto o RU estava há um ano fechado, nem REItoria nem Governo diziam uma vírgula sobre isto. Se posicionando em diversas vezes favorável à implementação de O.S. na universidade, a REItoria seguiu à risca o plano privatista do governo estadual  de Pezão (PMDB) e federal de Temer (PMDB/PSDB) de “sucatear para privatizar”.
Poucas horas após os estudantes ocuparem o bandejão, a REItoria se viu obrigada a se posicionar e ir até os estudantes. A Ocupação derrotou o plano do governo de fechar a universidade, conseguindo dirigir parte importante dela: seu Restaurante Universitário.

Principal aspecto da ocupação do bandejão: contra os ataques, apontam para a participação estudantil na decisão sobre os rumos das universidades.
Os estudantes da Uerj tem conseguido vitórias atrás de vitórias porque estão organizados para, além de ocupar, decidir os rumos da universidade! E se apoiam na mobilização de toda comunidade universitária, para que professores e técnicos se unam à luta dos estudantes. Desenvolvem a importante luta iniciada pelos secundaristas em 2015, elevando-a ainda mais: os estudantes tomam em suas mãos o que os diz respeito e impõe o controle dos rumos de sua universidade.
Desta forma, os estudantes demonstraram que a organização estudantil é imensamente superior à atrasada estrutura universitária brasileira, que hoje está atada de todas as formas ao velho e podre Estado brasileiro burguês-latifundiário serviçal do imperialismo, principalmente ianque.

Contra as ingerências do velho Estado na nossa educação!

Com a Reforma Curricular de 2015, feita por Dilma (PT), o Governo definiu o que é e o que não é lecionado, gerando currículos aligeirados e à margem do conhecimento científico a serviço do povo, mantendo dissociados o ensino, a pesquisa e a extensão. Este tecnicismo e pragmatismo também está presente na Reforma do Ensino Médio, que pretende enxugar todo conteúdo da Educação Básica e Secundária (focando obrigatoriamente no ensino da Língua Portuguesa e da Matemática e como “eletivas” todas as outras disciplinas), assim como na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
O Projeto de Lei 6847/17 que pretende “regulamentar” a profissão do pedagogo é também mais uma ingerência do velho Estado. Não satisfeito em controlar os currículos e conteúdos ministrados, o Governo quer controlar quem pode e quem não pode vir a ser professor, segundo seus critérios, aumentando o policiamento ideológico para punir os professores que se posicionam em defesa do ensino público. Definindo um Conselho Nacional específico para a Pedagogia, irão obrigar os professores a fazer uma prova ao final do curso e antes de dar aula. Será este conselho que terá atribuições de fiscalização e punição dos pedagogos.
A realidade do ensino público superior é de que 87% são instituições privadas (nos últimos 10 anos foram estimuladas por repasses bilionários, cada vez maiores ano após ano), segundo censo do INEP de 2016, e a da realidade da educação básica é de que somente 25% crianças entre 0 e 3 anos frequentam a escola básica e 55% dos alunos de 8 anos da rede pública têm conhecimento insuficiente em matemática e leitura, segundo pesquisa divulgada recentemente pelo MEC.
E de quem é a culpa desta situação? Dos profissionais em educação? Estes são vítimas da inexistência de uma política de assistência estudantil durante os anos de formação nas universidades e dos currículos aligeirados. E, após formados, são os que irão dar aulas nas escolas públicas espalhadas pelos rincões do nosso país, sob as precárias condições de trabalho encontradas.
Essa realidade é resultante da criminosa política educacional do velho Estado brasileiro e seus gerentes de turno das últimas décadas! Todo ano, quantias de dinheiro imensas são destinadas para o latifúndio – via liberação de recursos para o “agronegócio” e perdão de dívidas bilionárias – e para o imperialismo – através de isenções fiscais, pagamento da “dívida pública”, etc. E aquilo que sobra para a educação são abocanhados por empresas privadas de educação como a Kroton, que vêm sugando os recursos públicos bilionários (que deveriam ir para as instituições públicas) nos últimos 10 anos, o que a fez figurar entre as maiores empresas do mundo em educação.

Honour and glory for comrades of MKP/HKO killed in Dersim


16th november  in the clash with turkish army international communist mouvement have lost
 Lorin (Eylem Zeytin), Savaş (Fırat Taşkın), Cenk (Eren Tali) et Nuda (Helin Felekoglu).- MKP/HKO
Les quatres combattants du MKP/HKO tués.

Philippines -Ban Trump! Resist the fascist US-Duterte regime!

International Committee to Support the People's War in India - read the only official blog - Contact us - csgpindia@gmail.com

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INDIA: Save GN Saibaba.



C’est avec les pauvres que les riches se font la guerre. » Louis Blanc


BENALLAL MOHAMED




 L’AXE ISRAEL –ARABIE SAOUDITE SE  CONSOLIDE

BRASIL: DEFENDER OS POSSEIROS DA ÁREA NOVA CACHOEIRINHA!


Nota del CEBRASPO:
Descrição: E:\Escolas Populares 100 anos\NC\SAM_2785.JPG
Recebemos grave denúncia do Comitê de Defesa da Revolução Agrária  - Nova Cachoeirinha que relata a ordem de despejo emitida contra os camponeses que vivem e produzem na área revolucionária Nova Cachoeirinha em Minas Gerais. Essa região é palco da brava resistência camponesa a mais de 50 anos, e agora mais uma vez o latifúndio, com a ajuda dos órgãos do governo, tenta arbitrariamente tomar as terras das famílias camponesas .
Os camponeses já deixaram claro em suas notas e declarações que não irão entregar suas terras e resistirão a qualquer ação covarde que possa vir das forças policiais.Convocamos todos os democratas e progressistas, defensores dos direitos do povo, a se mobilizarem na defesa dos camponeses da Nova Cachoeirinha que estão exercendo seu direito de conquistar a terra para quem nela vive e trabalha.

Segue abaixo a denúncia:

Governador Pimentel/PT descumpre acordo e manda PM despejar posseiros de Cachoeirinha

O dia 21 de novembro é a data marcada pelo governador e sua “mesa de diálogo” para enviar tropas da PM, armadas até os dentes, contra as famílias camponesas da Nova Cachoeirinha. É a data que ameaçam usar seu aparato de guerra contra trabalhadores, homens, idosos, mulheres e crianças como foi na década de 60, durante o Regime Militar fascista, quando as tropas do famigerado Coronel Georgino invadiram Cachoeirinha e expulsaram os posseiros de suas terras e depois forjaram documentos, usando dos serviços de advogados como Manoel Patrício, que recebeu como paga essas mesmas terras onde nos encontramos hoje.

Há 50 anos, os posseiros resistiram contra a perseguição, prisão, assassinatos e expulsão de suas terras pela polícia militar e pistoleiros pagos pelos latifundiários, muitos perderam suas casas, lavouras, animais e tudo que tinham construído em décadas de trabalho e sacrifício, desbravando as matas, enfrentando as feras e construindo o vilarejo. Durante um dos ataques, as famílias tiveram que se embrenhar na mata e na fuga, 62 crianças morreram de fome, frio e sarampo.
Nós temos provas históricas que estas terras são NOSSAS e que FORAM ROUBADAS dos nossos pais e avós, descendentes de negros e indígenas, e apresentamos em reunião com representantes do Governo, SEDA – Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agrário, realizada no dia 02 de outubro em Belo Horizonte. O INCRA nacional também se comprometeu e a Ouvidoria Agrária Nacional solicitou ao desembargador Antônio Bispo, do Tribunal de Justiça de MG, para reconsiderar a liminar, visto que havia uma questão de justiça histórica que deveria ser apurada.
Esta questão já foi reconhecida pelo Governador Tancredo Neves na década de 80, que assinou decreto desapropriando 17 fazendas, que haviam sido falsamente legalizadas pela Ruralminas, decidindo que elas deveriam voltar para as mãos dos posseiros. No entanto, somente duas fazendas foram devolvidas para os camponeses: União e a Caitité, que o Coronel Georgino se dizia dono.
Além disso, as terras da Fazenda Vera Cruz estavam completamente abandonadas e agora, nós estamos criando e plantando.  
Não vamos abandonar nossas roças de feijão, milho e abóbora para grileiro destruir, como fizeram em 1967!
O Governo prometeu entrar com Ação Discriminatória para provar que as terras são devolutas, suspender o COVARDE despejo e assentar as famílias e agora está gastando rios de dinheiro com tropas e mandou até helicóptero da PM sobrevoar nossos barracos, assustando nossas crianças e fazendo ameaças.  
O Prefeito de Verdelândia que sabe a situação de desemprego e miséria do nosso município, foi procurado por nós (inclusive alguns eleitores seus), ele e todo mundo que mora em Cachoeirinha, conhece bem esta história dos posseiros, mas preferiu lavar as mãos, tomando partido do latifundiário, pois sabe que esta carapuça de grileiro lhe veste bem.
Mas nós, as famílias da Nova Cachoeirinha, NÃO VAMOS SAIR DE NOSSAS TERRAS! Vamos Resistir, vamos defender nossas famílias, nossas roças, nossos barracos, nosso direito e nossa dignidade: é tudo o que temos! Não permitiremos que outro Pau D´Arco aconteça como ocorreu no Pará.
Responsabilizamos o Governador Pimentel/PT e a SEDA, o governo Temer/PMDB/PSDB, o INCRA, a Ouvidoria Agrária Nacional, o Prefeito de Verdelândia Wilton Madureira/PT e o desembargador Antônio Bispo por qualquer agressão e violência que venha a ser cometida contra nossas famílias! Nenhuma chuva do mundo poderá lavar as suas mãos sujas de sangue por mais essa injustiça.


Viva a Revolução Agrária! Cleomar Vive! Morte ao latifúndio!
Terra para quem nela vive e trabalha!
Nov./2017      Comitê de Defesa da Revolução Agrária - Nova Cachoeirinha

Will super-rich Bill Gates bankroll India’s anti-Maoist strategy? by S N M Abdi

Bill Gates with Prime Minister Narendra Modi in New Delhi on December 4, 2015. (AFP)   

When Gates called on Rajnath Singh, Home Minister in Narendra Modi's government, Singh urged the global philanthropist to build 1,000 model villages in the LWE-affected region – also known as India’s Red Corridor – to wean away the local poor from the path of violence, which has killed nearly 8000 in the last 12 years. But the irony is inescapable.
The Rashtriya Swayamsevak Sangh, or RSS, the Hindutva fountainhead which has mentored BJP leaders like Modi and Singh, wants the Bill and Melinda Gates Foundation (BMGF) – which gives millions of dollars for improving health and urban sanitation - to be banned in India for “anti-national” activities.
After Modi became the prime minister in May 2014, the Indian government has been systematically targeting Western charities and donors and tightened the screws on foreign-funded non-government organizations (NGOs). Many Foreign Contribution Regulation Act (FCRA) licenses have been cancelled forcing NGOs to shut down their operations.
The Swadeshi Jagran Manch, a frontal organization of the RSS, has published an entire White Paper on the “evil” effects of BMGF on the country’s health sector. The BJP government obliged by revoking the FCRA license of Public Health Foundation of India (PHFI), which is almost wholly funded by BMGF.
And now Singh, one of Modi’s three most powerful cabinet ministers, has personally requested Gates to foot the bill for the latest sanitation and cleanliness technology in 1,000 villages of Bihar, Orissa and Jharkhand, three states battling LWE on a war footing.

Home Minister Rajnath Singh chaired a meeting with Bill Gates where he sought the Microsoft czar's largesse to stop the poor from joining Maoist outfits. (Supplied)

Double standard

“The government’s double standard is shocking. On the one hand, it is paranoid about Western aid agencies fanning social unrest and engaging in religious conversions. And yet it’s seeking Gates financial help to improve living conditions of the dispossessed in remote areas who fall prey to Maoist propaganda and pick up the gun”, a bewildered NGO official said on condition of anonymity.
Officials present during Singh’s meeting with Gates, who was accompanied by BMGF team members, told The Hindu newspapers that the crackdown on BMGF-funded PHFI did not figure in the talks held in North Block, the headquarters of the home ministry, which is accused of harassing foreign charities and NGOs in India.
Besides BMGF, Greenpeace, Amnesty International, Human Rights Watch (HRW) and even Bloomberg Philanthropies are in the government’s gun-sights. According to Meenakshi Ganguly, HRW’s South Asia director, “India is actively encouraging foreign investment in key industries but is trying to deny funding for efforts to assist the most vulnerable and marginalized.
The government should engage with those seeking rights reform and empower these groups, instead of treating criticism as a threat to be quashed.”

Tuesday, November 21, 2017

25 novembre Italy - volantino Mfpr

DIFESA E ATTACCO DELLE DONNE CONTRO LA GUERRA DI BASSA INTENSITA’

Contro la guerra di bassa intensità contro le donne, fatta di femminicidi, stupri, molestie, persecuzioni sessuali serve la lotta rivoluzionaria delle donne, organizzata, per difendersi oggi da questa “strage infinita”, e soprattutto per lottare per una società, uno Stato socialista che ponga tra i peggiori crimini la violenza sessuale.

Lo Stato borghese, la sua stampa, i suoi organi di controllo, repressivi, di “giustizia” sono sempre più il problema non la “soluzione”.
Essi riducono ogni femminicidio, ogni stupro a caso singolo, su cui giornali, televisioni, “esperti”, giudici possano, con più o meno sadismo, più o meno ipocrisia, più o meno spirito pruriginoso, affondare le mani. Anche quando alcuni di questi settori del sistema sono sinceri, non possono che essere ciechi e impotenti a fermare questa catena di morti, di stupri, ecc. perchè non vogliono e/o non possono vedere la causa principe.

Quando lo Stato borghese, il governo borghese interviene con leggi, disposizioni, controlli, attua soluzioni peggiori del male; perchè chi dovrebbe risolvere è lo stesso che crea le condizioni oggettive e soggettive di questo condizione delle donne; perchè i suoi uomini sono parte degli assassini e stupratori, sono coloro che attuano la violenza sessuale sistematica come modus viventi, come concezione organica di subordinazione, fascista, delle donne; perchè per questo sistema la “soluzione” vuol dire ed è controllo sulle donne, divieti, chiusura e desertificazione degli spazi sociali, dei luoghi di socializzazione, ecc.; perchè questo Stato reazionario ciò che teme più di ogni cosa, ciò che è il suo vero “problema è la ribellione, la lotta delle donne, verso cui riserva la repressione.

Le donne non possono delegare a questo Stato, devono organizzarsi per lottare, per scatenare la ribellione delle donne contro lo Stato, il governo, i padroni, gli uomini che odiano le donne; attuando in questo anche modi e soluzioni sul campo per rispondere e frenare le violenze sessuali contro le donne, con una lotta combattiva diretta delle donne che faccia fare passi indietro realmente a tutti.

Ma soprattutto dobbiamo attaccare, dobbiamo rovesciare il sistema sociale borghese.
E le donne hanno una doppia ragione per rispondere alla violenza reazionaria di questo sistema con la violenza rivoluzionaria.

Come abbiamo scritto tempo fa: ...la questione della “violenza è discriminante significativa in relazione alla prospettiva che il movimento delle donne, il femminismo, le compagne rivoluzionarie e comuniste si pongono. L’obiettivo definisce il grado di radicalizzazione della lotta e le forme della sua organizzazione... Per il femminismo proletario la violenza rivoluzionaria si definisce nei termini di presa del potere perchè nessuna trasformazione reale delle condizioni di oppressione è possibile senza il potere!
Come diceva Marx: “La violenza  la levatrice di ogni società antica, gravida di una nuova società”, “Il marxismo esalta la “funzione rivoluzionaria della violenza” (F. Engels, Antidühring). Essa  il bello non  il brutto, perchè tramite la violenza rivoluzionaria è possibile mettere la parola fine a tutto il brutto che oggi questo sistema impone ai lavoratori, alle donne, ai giovani, a tutte le masse popolari, per mettere fine allo sfruttamento, agli orrori, all’oppressione, alle guerre, agli stupri, ai femminicidi, a tutte le forme di violenza sessuale. Nessuno può illudere del contrario!

Tutti coloro e tutte coloro che fanno un discorso di “cambiamento di idee”, di “cultura”, “educazione”, o sono ingenui o inconsapevoli epigoni dell’ideologia di questo sistema borghese. Le idee dominanti sono quelle della classe dominante. Senza rovesciare la classe dominante, senza la “pratica rivoluzionaria”, non si avvia il processo di rivoluzione culturale per cambiare le idee. Ogni avanzamento reale, ogni rottura pratica fatta dalla lotta delle donne, vale 1000 tentativi di trasformazione delle idee in questa società.

Ma occorre eccome uno Stato, ma lo Stato proletario.
Uno Stato socialista, frutto di una guerra popolare, di una rivoluzione in cui le donne portano e sono la “marcia in più” che pretende e attua un cambiamento a 360°, perchè tutta la vita deve cambiare! Uno Stato socialista in cui le donne sono al potere proletario.
Uno Stato che considera e tratta i femminicidi, gli stupri tra i più gravi crimini dell’umanità; che non considera ciò che avviene nelle famiglie e la condizione delle donne, delle ragazze in esse un “affare privato”; che mette al primo posto l’attuazione delle condizioni oggettive, lavorative, di socializzazione dei servizi sociali, di abolizione del lavoro domestico, e delle condizioni culturali, ideologiche, di libertà, perchè vi sia realmente la liberazione di tutte le donne a tutti i livelli.
Per tutto questo serve oggi più che mai un movimento femminista proletario rivoluzionario.

Movimento Femminista Proletario Rivoluzionario - Italia

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India - Just arrived! CMC_Message_on_PLGA_Day_2_Dec_2017_Book- ICSPWI - ask - hindi - csgpindia@gmail.com



25 november Italy - Big women demonstration - Poster MFPR ITALY


October Revolution in Tunisia




More devious,more dangerous: Comrade Ajith


This is the concluding chapter of Against Avakianism by Comrade Ajith. Against Avakianism an ideological critique of Bob Avakian, the dogmatic-revisionist leader of the Revolutionary Communist Party of the USA. As one of the leading Maoist thinkers and theoreticians. Ajith has written several significant books and articles and related to land, gender and caste from a Maoist perspective. He was the editor of the international magazine A World to Win, published by the Revolutionary International Movement, a coordinating center of various Maoist parties and forces across the world.
He is a heart patient and the Indian fascist regime has imprisoned him since two years, without any medical treatment. We strongly demand his release and express our solidarity with them, who are raising the voice for his release.
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More devious, more dangerous

 The RCP has taken offence over the C(m)PA’s   characterization  of Avakianism as a “way deeper deviation than that of the UCPN (M)” and demands “Who has aborted a revolution?”1Well, only those who made a revolution can abort it. Therefore, the Avakianists can hardly be blamed of that crime. But what they do is indeed worse. They seek to abort the whole communist movement itself. They try to eliminate MLM as the ideological basis of the ICM and replace it with Avakianism. Their liquidationist, and ultimately rightist, attack is often packaged in ‘left’ form.2 It is deviously presented as an attempt to address real problems faced by the ICM in the context of the setbacks it has suffered. Thus it is less easy to see through its deceptions and that makes it all the more dangerous.
Opposing the PCP formulations on Guiding Thought Avakian had said, “… a “Thought” is a more transcendental thing, a more permanent thing, than whatever the line of a party is at a given time.  A “Thought” is a category which, as I said, is pregnant with and on its way to delivering an “ism.”  So then we will get a lot of different isms, and that’s not good and not correct.”3 Apparently he has tried to resolve this predicament of multiplicity with a ‘synthesis’ that attempts the forced delivery of a new ‘ism’.

Nepal: El Ejercito perseguirá a los que boicoteen las elecciones.



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Kathmandú, 20.11.17

Según fuentes de la prensa nepalí, el Ejercito del Nepal asumirá funciones represivas en el marco del actual proceso electoral. Esto es justificado por el gobierno derechista por el gran numero de incidentes que se están produciendo en la misma.
“Comenzaremos patrullando en tierra y desde el aire para atacar las actividades antipolíticas”, dijo el domingo el jefe del Ejército Rajendra Chhetri en la conferencia de prensa en el Ministerio de Defensa.
El partido Comunista del Nepal-maoísta que dirige el camarada Biplat llamo al boicot del proceso electoral de la Asamblea pero ha rechazado ser autor de los atentados a los dirigentes revisionistas y derechistas.

Fredom for all rebels imprisoned in G20 Hamburg

  22.11., 8:30h | Gericht Altona | Kundgebung und Prozessbegleitung des G20 – Gefangenen Evgenij im Amtsgericht Altona

20.11.17

g20.ber.Am 22. November um 9 Uhr wird der Prozess gegen den russischen Aktivisten Evgenij im Amtsgericht Altona fortgesetzt.
Evgenij sitzt genau wie viele weitere G20 – Gefangene seit Anfang Juli im Untersuchungsknast.
Konfrontiert mit abstrusen konstruierten Vorwürfen wird ihnen stellvertretend für uns alle der Prozess gemacht und von den eigentlichen Gewalttaten der G20 – Staaten und der Ergebnislosigkeit ihres Treffens abzulenken.
So wurde in den vorherigen Verhandlungstagen in diesem Prozess der Richter nicht müde zu betonen, dass Evgenijs Verteidigung die Schuld daran trüge, dass er weiterhin in Untersuchungshaft sitzt, da sie die Verhandlung in die Länge ziehen würde.
Es ist mehr als abstrus zu behaupten irgendjemand anderes als die staatlichen Repressionsorgane hätten die Verantwortung oder auch nur das Interesse daran einen Aktivisten grundlos wegzusperren.

Wir aber werden unsere Freunde und Freundinnen in diesen schweren Ze nicht allein lassen, sondern stellen uns kämpferisch an ihre Seite und erklären uns solidarisch mit allen G20 – Gefangenen. Auch wenn die andauernde Repression dazu dienen soll, uns zu vereinzeln und
einzuschüchtern, werden wir dem vor und im Gericht nicht nachgeben!
Kommt zur *Kundgebung *am*Mittwoch, 22.November, *ab*8.30Uhr* vor dem *Amtsgericht Altona* und begleitet mit uns solidarisch, entschlossen und kreativ den Prozess!
Getroffen hat es wenige, aber gemeint sind wir alle!
Einige Autonome Gruppen
Mittwoch, 22.11.17

Free Fabio - rebel arrested in Hambourg G20

  Wegen Teilnahme an G-20-Protesten: Der 18jährige Italiener Fabio V. darf das Gefängnis nicht verlassen


fabioSeine Mutter stand am Freitag schon vor dem Jugendgefängnis auf der Elbinsel Hahnöfersand, um ihren Sohn abzuholen. Doch Jamila B. musste wieder umkehren. Obwohl das Amtsgericht Hamburg-Altona den Haftbefehl gegen den italienischen G-20-Gegner Fabio V. am Donnerstag aufgehoben hat, bleibt er in Untersuchungshaft – weil die Staatsanwaltschaft keinen Millimeter nachgibt. Der Justizskandal um den jungen Italiener, der während des G-20-Gipfels bei einem Polizeieinsatz im Industriegebiet Rondenbarg am 7. Juli festgenommen worden war und seitdem in Haft sitzt, weitet sich damit aus

Release SAIBABA!



Political Prisoner G N Saibaba Requests Transfer To Cherlapally Central Jail In Hyderabad


HYDERABAD: Several civil society groups, adivasi student bodies and political parties like CPI and CPI(M) have demanded that professor GN Saibaba be immediately provided with blankets and other medical facilities at the Nagpur Central Prison. They held a round-table discussion on the issue at ICSSR Hall in Osmania University on Friday.
The meeting happened following a letter written by the Professor to his wife Vasantha. He had mentioned that he was not given a blanket though the winter had set in. Saibaba, who has 90 per cent disability and is wheelchair-bound, also said that he was not getting his medicines regularly, causing his health to worsen further.
“Though his lawyer visits him every week with medicines, they reach him only 7-10 days later,” said revolutionary writer Varavara Rao. “Barring the right to mobility, a prisoner has all the other rights. But it’s not happening in this case. So Saibaba wants to be shifted to Cherlapally Central Jail in Hyderabad,” he added. Prof Saibaba has been lodged in Nagpur Central Jail since his conviction eight months ago for having links with Maoists.
A petition to shift him was submitted on August 23. The panel discussed ways to expedite this process, while also taking up a campaign to get him and the six others convicted in the case released.

India - fake surrenders!



“During an assessment, it was found that most people who had surrendered were not active Maoist cadres. They had no cases registered against them or were not involved in any encounter”, said the official.

freedom for ATIK'S comrades prisoners! Germany